'Tirou a taça da cristaleira
Tirou o disco da vitrola
E como quem nada quer
Limpou a sujeira do tapete
Arrancou a angústia de seu peito
A raiva do pensamento, o ódio do coração
Pôs um pouco de alcóol na alma
Arranjou asas e por ares subiu
Subiu-lhe a leveza à cabeça
E pena se sentiu
Penou na plenitude
Plenitude, e assim pleno.'
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