segunda-feira, 11 de janeiro de 2010


E gradativo foi...

'Tirou a taça da cristaleira
Tirou o disco da vitrola
E como quem nada quer
Limpou a sujeira do tapete
Arrancou a angústia de seu peito
A raiva do pensamento, o ódio do coração
Pôs um pouco de alcóol na alma
Arranjou asas e por ares subiu
Subiu-lhe a leveza à cabeça
E pena se sentiu
Penou na plenitude
Plenitude, e assim pleno.'

sábado, 12 de janeiro de 2008

O desfecho do príncipio

Nada mais nada menos que singelos pensamentos. Alguns sem propósito outros mais ousados. Como ondas em alto mar vinham e voltavam com frequência,deixando alguma impressão, nem sempre totalmente formada.E como comentava Thaty,a Pamonha nossa amnesite crônica sempre me dominava. Horas vagas pensando indecisa: fazer ou não,eis a questão. Recomendações,pedidos,insistências e dúvidas:isso fez sim parte de meu cotidiano(Não precisa dizer que sou melodramática,eu já havia adivinhado). Quando decidia que sim pensava em palavras inocentes para expressar alguma coisa que eu sentia ou ao menos queria. Era só o que eu precisava. Algo mais virtual que um papel( se é que um papel é virtual), algo mais prático para escrever e soltar palavras qualquer hora que fosse preciso.E durante horas manti-me pensando em como estreiar aqui de forma digna.
Pensei muitas asneiras mas no fim o que permaneceu foi isso. Talvez por gosto, preguiça ou simplesmente por estar sem mais idéias, fiquei aqui digitando palavras casualmente( nos intervalos da famosa 'popcorn' ) na esperança de um texto 'admitível'. Expectativas de inspirações? Sim, eu espero...